Turnover custa cerca de 2,5 vezes o salário do funcionário.

Por Marcelo Samogin, diretor da REMUNERAR.

Falar do custo do turnover pode ser algo como chover no molhado, mas não quando concluímos que ele pode custar 2,5 vezes o salário do cargo em questão. Esta conclusão (que não aparece nos relatórios da Controladoria e dos RH´s) demonstra a dimensão econômica deste tema dentro da gestão de pessoas, qualquer que seja o porte ou segmento da empresa.

O turnover dos demissionários é mais grave que o turnover dos demitidos. Neste último, a empresa pode empreender esforços para avaliar e aprimorar suas práticas de gestão de pessoas e ser mais competitiva para valorizar seus talentos, a começar por identificar corretamente quem são eles, e valorizá-los de forma diferente. O turnover dos demissionários exige maior atenção, especialmente para entender o que acontece além dos muros da empresa.

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Motivos tangíveis e intangíveis (ou de difícil mensuração) provocam o turnover. Desde a presença ou não de um benefício como assistência médica, acesso a cursos e treinamentos, ou a estratégia de remunerar ou premiar os funcionários, até aspectos de cultura e estilos de gestão, que podem variar entre modernos líderes servidores e jurássicos líderes autoritários, impactam decisivamente os funcionários a continuarem ou não, num momento atípico do mercado de trabalho com segmentos onde os trabalhadores escolhem as empresas onde trabalharão, ao contrário de momentos históricos passados.

 

 

 

 

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