Muito se fala sobre essa geração que está começando no mercado de trabalho, eles nasceram entre 1980 e 2000. Apesar de serem taxados como rebeldes e sem vínculo com o trabalho, suas características não são encaixadas em um bloco de adjetivos. Eles são de classes, hábitos e sonhos diferentes. Existem pontos que moldaram a geração, isso é inegável.

Segundo Nicole Lipkin, especialista em motivação e recrutamento, as redes de contato são criadas a partir de gostos pessoais e profissionais. Eles falam mais de uma língua, alta mobilidade, cargos e salários mais altos, isso leva com que esses jovens busquem equilíbrio entre vida profissional e pessoal.

Uma pesquisa realizada em 2016  pelo grupo DMRH, dono Cia. de Talentos, traçou o perfil profissional dos jovens. Esses são alguns dados extraídos da Revista Época Negócios, onde a “empresa dos sonhos” é aquela que:

  • desenvolvimento profissional (67%)
  • carreira internacional (54%)

Essa pesquisa foi elaborada com 64 mil jovens, entre eles, profissionais de alta e média gerência. Desses, 81% está estudando e 56% do total são mulheres. Os três primeiros lugares da lista são das organizações:

  • Google
  • Petrobrás
  • ONU

É a primeira vez que a ONU aparece nas primeiras posições da lista, o que é passível de ser justificado pela escolhas dos jovens baseadas na qualidade do serviço/produto. Outra questão também que foi apontado na pesquisa foi a presença da empresa nas mídias sociais.

 

FONTE DA PESQUISA: http://epocanegocios.globo.com/Empresa/noticia/2016/06/empresas-dos-sonhos-dos-jovens-brasileiros-em-2016.html

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