Independente da situação atual do mercado automotivo que movimenta 23% do PIB (Produto Interno Bruto), já faz um bom tempo que se conhece a falta de mão de obra qualificada para o setor. No setor de reparação automotiva uma queixa é que os profissionais existentes estão a muito tempo no mercado e não existe uma renovação desses profissionais.

Um dos maiores problemas para atrair jovens a atuar no mercado automotivo, é que a maioria se interessa muito mais por um curso superior do que um curso técnico. Além desta questão, a função de mecânico é muito estigmatizada, segundo Ricardo Terra do Senai “É preciso mostrar aos jovens que o perfil do mecânico mudou. Também na oficina ele terá que lidar com sistemas eletrônicos e entender muito mais de diagnóstico do que de mecânica e essa tecnologia é algo bastante atrativo”.

É preciso mostrar aos jovens que essa profissão também é altamente tecnológica e que exige a mesma dedicação aos estudos que a graduação. É necessário também, conhecimento em língua estrangeira, preferencialmente o inglês, pois os manuais podem vir nesta língua.

O CAMP Oeste – Centro Assistencial de Motivação de Pessoas – atua desde 20015 Com o curso de aprendiz de mecânica, que tem como objetivo a formação de jovens mecânicos.

Os jovens que são absorvidos pelas empresas parceiras como aprendizes de mecânica, permanecem durante 4 dias  realizando prática laboratorial e um dia por semana na entidade para a teoria básica.

“Eu me identifiquei muito com a mecânica, e o Educador Flávio deu a palestra [SOBRE MECÂNICA]  e eu pude perceber que era uma coisa muito além do que eu pensava!”

Marcos, 16 anos. Aluno do curso básico.

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