Ultimamente se tem buscado de forma cuidadosa entre os profissionais aqueles que possuem um maior e mais completo conjunto de competência que possa ser colocado a serviço da empresa e que contribua com a mesma a fim de alcançar as metas por ela determinada. Nesse sentido, as competências têm se tornado o foco das atenções deste o processo de seleção até o desenvolvimento de profissionais já inseridos na empresa. O CAMP Oeste trabalha no curso de Formação Socioeducativa para o mundo do trabalho, justamente o desenvolvimento das competências. Deseja contratar jovem aprendiz clique e preencha o formulário que entraremos em contato.

Essas competências se dividem, na maioria das vezes em Técnicas e Comportamentais, embora, erroneamente se destine mais atenção à procura de profissionais que possuam competências técnicas do que comportamentais.

Desta forma muitas vezes se obtém profissionais altamente capacitados tecnicamente, mas pouco preparado psicologicamente devido a um despreparo em relação às competências ligadas ao comportamento do mesmo em relação aos demais colegas dentro da organização.

Sendo assim, há uma crescente necessidade de se buscar profissionais que sejam não só competentes tecnicamente mais também psicologicamente preparados. Uma vez que, se entendermos que um profissional para que desempenhem de modo completo suas tarefas, independente de qual seja a sua função, necessitará de um amplo conjunto de competências comportamentais a fim de desempenhar uma de suas mais importantes tarefas: se relacionar.

Hoje, principalmente com o avanço da tecnologia, todos nós somos participantes de uma rede social que cresce a cada minuto. Nos relacionamos em casa, ao tomarmos um ônibus, com nossos familiares, com nossos colegas de trabalho, sem dizer do relacionamento mais que necessário que devemos ter com nossos clientes e superiores. Desta forma saber se relacionar tem se tornado uma das mais importantes competências a ser buscado nos profissionais. Visto que, a fim de ser completo, cada profissional deve investir tempo e recursos, se necessário, com o objetivo de agregar em seu rol de competências essa vital qualidade.

Pense como é ter que passar cerca de nove horas de seu dia ao lado de alguém a quem você não suporta. Ou ter que se reportar a um superior que ignore seus subordinados. Nessas circunstâncias podemos considerar o trabalho literalmente como um instrumento de tortura.

Com a finalidade de contribuir para que tais circunstâncias sejam amenizadas ou mesmo corrigidas, sugerimos que aplique em seus relacionamentos o princípio da “competência em relacionamentos”. Para isso é necessário entender o conceito relacionado a esse termo.

“Competência – conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes que, quando integrados e utilizados estrategicamente, permite atingir com sucesso os resultados que dela são esperados na organização. ” Essa é a definição encontrada no livro de Benedito Milioni, Dicionário de Termos de Recursos Humanos, para a palavra competência.” (Fonte: Jornal Carreira & Sucesso – 273ª Edição)

Resumindo, é o resultado da busca do Conhecimento que colocado em prática proporciona Habilidades, que por meio da Atitude devem ser aplicados e empregados a fim de se obtêm um determinado resultado.

Desta forma, quando aplicamos esse conceito ao exercício da manutenção dos relacionamentos podemos entender que antes de qualquer outra coisa, para que o relacionamento venha ser bem edificado e duradouro devemos buscar em primeiro lugar nos dedicar e nos empenhar na necessária tarefa de investir tempo na obtenção de “Conhecimento”.

Conhecimento sobre nós mesmos.

Lembre-se sempre deste princípio: “antes de tentar conhecer o outro, invista tempo no conhecimento de si mesmo. ”

De nada adiantará conhecer os pro – menores dos que se relaciona com você se não conhecer a si mesmo antes.

Quando dedicamos tempo nesta tarefa temos a oportunidade de entender o porquê às pessoas se comportam de diferentes maneiras. Desta forma procure realizar uma autoanálise buscando conhecer como costuma agir ou reagir diante de diversas situações. Estude situações passadas que possam lhe fornecer informações de como você agiu ou pode vir a agir se estas mesmas situações voltarem a ocorrer.

Faça uma lista onde possa identificar e destacar quais são as suas crenças pessoais, princípios e valores, ao fim, descreva qual é a visão que tem de si mesmo e do mundo ao seu redor, no presente e qual sua projeção de si e do espera do mundo ao redor para o futuro. Isso lhe fornecerá subsídios para que possa antever como se portará diante das mesmas situações se estas vierem a ocorrer no futuro nos relacionamentos que mantém.

Conhecimento sobre aqueles com quem se relaciona.

“Nosso maior erro é cremos que somos capazes de julgar os outros pelo que vemos e ouvimos. ”

Quantos de nós já não cometemos esse terrível erro de pré-julgarmos alguém levando em conta somente o que vemos e ouvimos desta pessoa. Deus nos deu cinco sentidos bem preparados para que por meio deles possamos colher a maior quantidade possível de informação do ambiente ao nosso redor. Não é por acaso que um relacionamento para que seja realmente verdadeiro deve conter o “contato”. Ainda assim, insistimos na tentativa de começar ou evitar um relacionamento excluindo o contato como meio de obter conhecimento. Não é por acaso que a essência do relacionamento é o contato.

Relacionamento é contato e por meio dessa interação nós podemos realmente obter não só informação, mas também conhecimentos reais sobre as pessoas e esse tipo de conhecimento que advêm do contato não abrem espaço para que haja pré-julgamentos infundados. Pois o contato diminui a possibilidade de erros de interpretação, é através do olho no olho que obtemos a verdade sobre aqueles que interagem conosco.

Sendo assim, busque por meio do “contato” pessoal conhecer as pessoas. Tire tempo para olhar em seus olhos, saber quais são suas expectativas e sonhos, suas preferências, sua visão de presente e futuro e principalmente procure perceber quais são as crenças, princípios e valores que esta pessoa prioriza.

Neste processo, não se esqueça de permitir que as pessoas com quem se relacione obtenham de você também às mesmas informações isso facilitará a sua convivência com a mesma.

Segundo, agora que já colhemos informações, precisamos utilizá-las na prática do relacionamento diário a fim de que se desenvolva a “Habilidade”.

“A habilidade é antes de tudo o resultado da prática. ”

O relacionamento é um exercício que deve ser praticado todos os dias, ao nos relacionarmos conosco mesmo, diante dos acertos, vitorias e conquistas, bem como ao nos depararmos com situações difíceis, barreiras ou mesmo com derrotas e fracassos. E principalmente ao nos relacionarmos com os outros onde estaremos da mesma forma, nos deparando com sucessos e fracassos, mas agora experimentados por outros e não por nos mesmo.

Por se tratar de um exercício o mesmo exigirá esforço e muitas vezes esse esforço será repetitivo, por isso aproveite para exercitar também a paciência, pois para que obtenhamos um relacionamento verdadeiro e produtivo será necessário investir bastante tempo.

Exercite também a temperança e principalmente o amor para com o próximo. Estes são elementos que certamente contribuirão para que obtenha e desenvolva suas habilidades no relacionamento.

De todas as competências existentes nenhuma delas é mais importante do que a iniciativa. Iniciativa significa, de forma resumida, ser o primeiro a propor ou o primeiro a fazer quando algo é proposto. Ser o primeiro a propor ou fazer, isso é fundamental.

De nada adiantará conhecer, ser hábil, e querer se não tiver a iniciativa de ir e fazer. Muitos relacionamentos são mal construídos e mesmo os que já existem mal conseguem se manter por que, muito se sonha e se espera, mas pouco se faz na pratica.

As pessoas se acomodam em pensar que a responsabilidade da manutenção e fortalecimento dos relacionamentos é sempre de uma única parte envolvida. Um espera da outra e o outro não faz por estar esperando que o primeiro venha a fazer. Isso destrói ao invés de edificar.

Há muitas coisas que colaboram e muito para a edificação de um relacionamento: atenção, dialogo, paciência, tempo, amor etc. Mas mesmo esses importantes elementos são inúteis se não forem praticados, se não deixarmos a teoria e executarmos. Todos gostam de serem lembrados, mas se não pegamos o telefone e ligamos para a pessoa lembrada ela nunca ficará sabendo de suas intenções. Assim, intenções sem ações não produzem efeito nenhum, lembre-se disso.
I

nvista tempo em seus relacionamentos, fortaleça-os e procure colocar esses conselhos em prática e não se esqueça tenha iniciativa.

Um grande abraço e fique com Deus!

https://www.rhportal.com.br/artigos-rh/competncia-em-relacionamentos/

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