Vamos fazer um exercício simples. Pense em uma pessoa que você gosta muito. Pensou? Agora descreva pra si como essa pessoa é, não fisicamente, mas como é sua personalidade, seus gostos. Ela é uma pessoa brava? Tranquila? Empática? Tem muito talento com trabalhos manuais? Será que você consegue fazer essa análise de si mesmo? É comum travarmos na nossa auto avaliação, isso porque a maioria de nós não investe em um ponto chave das nossas vidas: o autoconhecimento.

O carro quebrou? Perdeu dinheiro? O ônibus estava lotado? Brigou com alguém no trabalho? Seu projeto foi rejeitado? Essas são algumas situações que não saem como esperado e o que entra em ação é a inteligência emocional, que dita como você reage às coisas que acontecem. Você pode ficar enfurecido que seu ônibus quebrou, você pode atravessar a rua e tomar um café naquela cafeteria que você sempre viu do ônibus mas nunca teve tempo, etc. Cada um reage de uma forma diferente, isso de acordo com sua cultura, valores e personalidade.

Não existe controle. Temos essa ilusão de que temos pleno controle sobre nós, mas isso não é verdade. E a decisão – se aquilo que aconteceu é o fim do mundo ou só uma adversidade que tem uma solução e te deixa confortável –  é o ponto x da inteligência emocional “eu não planejei isso e foi péssimo, acabou com o meu dia!” ou “eu não planejei isso, mas posso buscar uma solução para corrigi-lo e seguir frente!”. Somos complexos e podemos trabalhar autoconhecimento dentro da nossa complexidade.

Autoconhecimento é conhecer a si, sua essência. Quanto mais uma pessoa sabe de si, mais fácil fica a tomada de decisão, seja ela na vida pessoal ou profissional. A seguir vão algumas dicas para desenvolver autoconhecimento.

Atualmente as empresas passam por conflitos de gerações no ambiente de trabalho, essa integração de diferentes faixas etárias e níveis hierárquicos, desde os jovem aprendiz, estagiários aos CEOs podem usar a inteligência emocional como arma na integração das áreas e diferentes gerações.

Quais seus defeitos? E qualidades?

Você pode mentir pra qualquer um, mas não pra si mesmo, não é? Seja sincero ao colocar essas duas questões no papel. Nesta lista você pode observar alguns defeitos ou qualidades que afloram em alguma situação. Se orgulhe das suas qualidades e reconheça os seus defeitos, para poder melhorar cada dia mais.

Como você reage a cada situação?

Quando algo sai do controle como você reage? analise situações que já passou e faça uma análise de como se portou diante dela. Um outro jeito é analisar a situação a partir do sentimento: qual situação que já te fez pensar em desistir, te enfureceu ou te deixou eufórico de alegria? Essas reações te agradam? Não? Então é necessário revisita-las para mudar sua postura e colocar a inteligência emocional em prática.

Leve essas frases para a vida:

  • Se eu me conheço bem, melhor eu consigo ME gerenciar.
  • Se eu conheço bem OS OUTROS, melhor eu consigo gerenciar O MEU RELACIONAMENTO com os outros.

Se eu me conheço bem, eu sei os meus gatilhos, coisas que aborrecem, coisas que me fazem bem e baseado nisso, eu consigo reagir de forma diferente.

Se eu conheço bem os outros, eu gerencio os meus relacionamentos e trabalho a empatia. Esse é outro ponto crucial para inteligência emocional. O profissional que trabalha bem relacionamento é uma joia rara nas empresas e é um diferencial competitivo no mercado de trabalho.

As pessoas são plurais, diferentes uma das outras e quando falamos de convivência, ambiente de trabalho e interações sociais, cada indivíduo traz consigo sua expectativas, experiências e história, é uma construção complexa e ramificada que exige certo jogo de cintura. Trabalhar a inteligência emocional é contornar uma série de problemas como brigas de ego e desperdício de energia.

Você tem inteligência emocional?

 

 

FONTE: Portal Administradores

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